
Que amor tem vida
Alma e outros órgãos também.
Que se cultiva a ferida
Conjuga tanto o verbo doer
Fica fadado ao fracasso
Impossível olhar além.
Amor sente saudade
Chora ao ver o dia amanhecer
Reconhece na claridade
A hora de adormecer.
Amor, quando frágil, morre
Galho da flor que não vem
Futuro, pelos dedos escorre
Vira verso ou lembrança,
Amém.
Imagem capturada do blog: http://uketag795.blogspot.com/
16 comentários:
Tão bobo...rs
O amor tem tantos lados... e esse tá triste.
Ficou lindo, Moni.
Beijo grande.
Rebeca
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Não, não é bobo não! É cilada, como quase tudo o que mulher faz! rsrs. Amor se despetala para mostrar seu âmago. Depois, vira fóssil de flor dentro de livro espesso, uma carta com resto de cheiro...
Rezar 3 vezes por semana.
Gostei do rítmo,uma graça seu poema!
Bjs
Neusa
Encontro, com essas palavras suas aqui escritas, uma irmã de poesia... Seu estilo e suas temáticas são, pra mim, a própria essência do lirismo que eu tento alcançar!
Parabéns pelo seu texto!
Obrigado pelas palavras carinhosas lá no meu blog!
E pode ter certeza de que eu vou fazer meu livro chegar às suas mãos, moça!
=)
Beijocas!
Bobo, nada!
Simplesmente lindo, Moni:
"Amor (...)
Reconhece na claridade
A hora de adormecer."
Obrigada pelo carinho
lá no doce de lira.
Um abração, querida!
Bom mudar de lado logo, né, Rebeca?
Beijos...
***
Que visão sensível, Wilson. Lindos exemplos de memória, o fóssil de flor, a carta com cheiro... Adorei!
beijos...
***
Tiago! Muito grata pela indicação profilática! rs
***
Neusa, bem-vinda! Se você encontrou ritmo, já tá bom demais!
Venha sempre!
Filipe, irmandade em poesia é laço estreito, comunhão, compreensão de sentimentos... Coisa boa, né? Não vejo mesmo a hora de sentir o cheiro do livro novo, das páginas de sua poesia!
Beijos!
***
Rê! Você é o próprio doce!
Beijos!
Gostei, muito.
Ótimo fim de semana.
Beijos
"Amor, quando frágil, morre
Galho da flor que não vem"
.
e a flor
quando vem
é frágil também
.
cuidados bobos, pra florir a gente quer e precisa!
abraços, bons caminhos no bem e dos bons!
Com efeito, amar é um verbo que não se conjuga sozinho,,,
Beijos. Bom horário de verão!
Corre assombração
Vai para outro mundo numa toada de vento
Afasta de mim este cálice
Deixa-me aprisionar a morte na vida por um momento
Deixa-me sentir com a alegria dos sentidos
Deixa-me acreditar no voo do por-do-sol
Deixa-me beijar as águas de um lago feliz
Deixa-me navegar sem rumo, perder o control
Bom domingo
Mágico beijo
Que bom que gostou, Fred! Ótima semana pra você!
***
Raul, é exatamente isso. Quem não quer? Quem não precisa?
Bons caminhos pra nós...abraços!
***
Amor, pra que seja singular, tem que ser plural, né Paulo? Por aqui não tem horário de verão...ainda bem...rs
Beijão!
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Profeta, comentário com poesia é tudo de bom! "Deixa-me sentir com a alegria dos sentidos"...Lindo isso! Ótima semana pra você!
Melancólica oração de despedida.
A ternura recobre o espernear.
Assim seja.
Beijos,
Marcelo.
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